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20 de jan. de 2011

“Amar é parar de fazer comparações” - Quaminical – 8 de dezembro de 2010

“Amar é parar de fazer comparações” - Quaminical – 8 de dezembro de 2010 – Jesus é o Rei !

Abra sua Bíblia comigo em João 21. Você conhece a história, mas eu duvido que você já tenha pensado nela em termos de inveja. Aconteceu comigo, até que eu li a idéia num livro, algum tempo atrás. Assim que isto não é meu original, mas eu gostei muito e quero compartilhar aqui. Essa era a situação: Pedro havia sido restaurado por Jesus em vista de sua negação e depois de haver afirmado três vezes que amava ao Senhor. No verso 18, encontramos: “Em verdade, em verdade te digo que, quando eras mais moço, tu te cingias a ti mesmo e andavas por onde querias; quando, porém, fores velho, estenderás as mãos, e outro te cingirá e te levará para onde não queres.” Isto foi Jesus falando com Pedro. “Disse isto para significar com que gênero de morte Pedro havia de glorificar a Deus.” Em
outras palavras, ele viria a ser um mártir. Depois disso ele lhe disse: “Segue-me.”

Pedro voltou-se e viu que também o seguia o discípulo que Jesus amava, isto é, João, o qual na ceia se reclinara sobre o peito de Jesus e lhe perguntara: “Senhor, quem é o traidor?” E quando Pedro o viu, ele perguntou a Jesus: “E quanto a este?” O que está, realmente, acontecendo aqui? Porque Pedro faz esta pergunta? “Disseste-me que eu vou ser morto. E João? Ele também será morto?” E podemos ver bem na “flor da pele”, a inveja no coração de Pedro: “Se não vai, então, isto não é justo.” E como Jesus trata este assunto?
“Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa? Quanto a ti, segue-me.” E que estaria dizendo o Senhor? Eu acredito que ele estava dizendo que é um perigo comparar circunstâncias. É, na verdade, muito perigoso comparar dons...
“Amar, é parar de fazer comparações.” Exatamente! Jesus está dizendo, “Olha, não te envolvas tanto em comparar-te com este outro discípulo - com o que eu tenho ou tenha para ele. Aqui está o que eu tenho para ti: a mim mesmo. Não é isto o suficiente?”

E esta é a solução para a inveja. Da mesma maneira que á a solução para a cobiça. A solução é Jesus. “Siga-me. Se você me segue; se me tem a mim, porque se preocupa com o que lhe diz respeito a ele?” Assim, esta é a resposta: o que simplesmente necessitamos é mais de Jesus. Nós temos que reconhecer o grande privilégio que é só o de conhecer a Jesus. Ele disse em outro lugar, “Não vos alegreis de que os demônios se vos submetem. Alegrai-vos de que vossos nomes estão escritos no Céu.” Ser um discípulo de Jesus Cristo é um privilégio tão grande que o que virá a ser dos outros discípulos se torna de somenos importância. E assim a inveja voa e desaparece.
Quem nos separará do amor de Cristo?
Romanos 8
35 Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
36 Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro.
37 Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.
38 Porque estou certo de que, nem a morte,[ não só a sua morte mas a dor pela morte de outras pessoas que você ama]
nem a vida,[ nem a aquilo que você tem, as coisas que você compra, a escola em você estuda, o trabalho em que você esta...]
nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, [palavras supostamente dadas pelo sobrenatural, através de visões ou revelações] nem o presente, nem o porvir,[não importa como esta sua vida hoje ou estará amanhã, se está corrida, se esta muito “parada”]
39 Nem a altura, nem a profundidade, [não importa a intensidade daquilo que você está vivendo]
nem alguma outra criatura [sua mãe, seu pai, seu marido ou esposa, seus amigos, família, pastor, igreja, qualquer impedimento que estas pessoas possam estar impondo a você] nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.
Romanos 8:17
17 O sofrimento e a glória futura 18 Estou absolutamente convencido de que os nossos sofrimentos do presente não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada. 19 A própria natureza criada aguarda, com vívido anseio, que os filhos de Deus sejam revelados.
20 Porquanto a criação foi submetida à inutilidade, não por sua livre escolha, mas por causa da vontade daquele que a sujeitou,
21 na esperança de que também a própria natureza criada será libertada do cativeiro da degeneração em que se encontra, recebendo a gloriosa liberdade outorgada aos filhos de Deus. 22 Sabemos que até hoje toda a criação geme e padece, como em dores de parto.
É, portanto, impossível fugir do amor de Deus. Nada e nenhum ser do universo poderá nos separar do alcance do Espírito de Cristo. A única pessoa que não consta da lista, e que poderia fazer isso, seria o próprio Deus; no entanto, é Ele mesmo quem nos justificou (v.33).
O fato de alguém vir a amar a Deus não é mérito humano, mas resultado direto da ação divina. O homem é chamado não no sentido de um simples e casual convite, mas por “uma convocação solene” e justificado por conseqüência da “convocação” (chamada), e o grande clímax: glorificado, no sentido de ser como Cristo é (1 Jo 3.2).


Falar com as Pessoas em Vez de Falar Delas
Podem-se lembrar que em Lucas 18:9, Lucas introduz a parábola do Fariseu e do cobrador de impostos assim: “Ele também contou está parábola a alguns que confiavam neles próprios de que eles eram justos; e de que tratavam os outros com desprezo.” Pode parecer pouco a princípio, mas tomem nota que diz que Jesus é que contou esta parábola a ALGUNS que confiavam neles próprios de que eram justos. Não quer dizer que contou está parábola SOBRE eles. Jesus estava a olhar os Fariseus nos olhos e a contra uma parábola que implicava que eles estavam satisfeitos com eles próprios. Ele não estava a falar deles mas com eles. Embora possa parecer pouco, contém uma lição que é enorme para a saúde da nossa vida cristã. Vamos ser assim. Não vamos falar com os outros sobre os erros das pessoas. Vamos falar com eles sobre os erros das pessoas. È muito fácil – e muito apetitoso para a língua das nossas almas pecadoras – para falar sobre as pessoas. Mas é duro – e ás vezes amargo - falar com elas. Quando estão a falar delas, elas não podem corrigi-lo ou dar a volta e fazer com que tu sejas o problema. Mas se falares com elas sobre o problema, pode ser muito doloroso. Por isso é mais seguro falar sobre as pessoas do que falar com elas. Mas Jesus não nos chama para fazermos escolhas seguras. Ele chama-nos para fazermos escolhas amorosas. A curto prazo, o amor é mais vezes doloroso do que nos protegermos a nós próprios de evitar o conflito. Mas a longo prazo, as nossas consciências condenam-nos por este caminho fácil e nós fazemos pouca bondade pelos outros. Portanto vamos ser um pouco como Jesus neste caso e não vamos falar das pessoas mas falar com elas, tanto com palavras de coragem, porque isto evidência as graças que temos nas nossas vidas, e com palavras de cautela ou aviso ou correção ou até repreensão. Paulo encorajou-nos a usar uma gama completa de palavras para uma gama completa de necessidades: “Admoesteis os desordeiros, consoleis os de pouco ânimo, sustenteis os fracos, e sejais pacientes para com todos”
(1 Tessalonicenses 5:14). Eu não quero dizer que não podem criticar o Presidente Bush sem lhe ligarem primeiro pelo telefone.

E não quer dizer que não podem discutir o meu sermão, tanto negativamente como positivamente, sem virem ter comigo. As figuras públicas põem-se a eles próprios na linha e compreendem que todos terão uma opinião sobre o que dizem. Isso está bem. O que eu quero dizer é que se conhecem um irmão ou irmã está agarrada a alguma atitude pecaminosa, tire a lenha do seu olho, e depois vá até eles e tente ajudá-los com conselhos bíblicos humildes. Se calhar conte-lhes uma parábola. Foi o que Jesus fez em Lucas 18:9-14. E foi o que Nathanl fez a David, depois do seu pecado com Bathsheba e para com Uriah (2 Samuel 12:1-4). Mas não é preciso você ser tão criativo.
Tomar conta da pessoa que confrontamos é mais importante do que a criatividade.

O Jesus que eu nunca conheci – Philip Yancey – parte 2
“Vamos ser francos e honestos e corajosos e humildes. Jesus era por vezes francamente brusco. O amor ás vezes soa assim. Ele poderia facilmente ter sido acusado de crueldade ou sem ser amoroso. Mas nós sabemos que ele foi a pessoas mais amorosa que alguma vez viveu. Portanto vamos segui-lo neste caso. Ele morreu por nós para que toda a lenha e faíscas nos nossos olhos possam ser perdoadas. Isto deveria dar-nos tanto coragem como cuidado em lidar com os outros. Especialmente quando percebemos que os erros dos nossos irmãos e irmãs também foram perdoados por Jesus.
Jesus cresceu durante um tempo de ressurgente “orgulho judeu”. Em um recuo contra a pressão de aceitar a cultura grega, as famílias haviam começado a adotar recentemente nomes que retrocediam aos tempos dos patriarcas e ao Êxodo do Egito (como os americanos étnicos que escolheram nomes africanos ou hispânicos para seus filhos). Assim Maria recebeu o seu nome de Miriã, a irmã de Moisés, e José recebeu o nome de um dos doze filhos de Jacó, como os quatro irmãos de Jesus.
O próprio nome de Jesus vem da palavra Joshua — “ele salvará” —, nome comum naqueles dias. (Como as listas das principais equipes de beisebol revelam, o nome Jesus continua popular entre os latino-americanos.) Sua grande freqüência, não como os “Joões” ou “Josés” de hoje, devia irritar os ouvidos dos judeus no século I quando ouviam as palavras de Jesus. Os judeus não pronunciavam o Honorável Nome de DEUS, a não ser o sumo sacerdote em um dia do ano, e ainda hoje os judeus ortodoxos soletram cuidadosamente D’. Para pessoas nascidas nessa tradição, a idéia de que uma pessoa comum com um nome como o de Jesus podia ser o Filho de Deus e Salvador do mundo parecia extremamente escandalosa. Jesus era um homem — por Deus! —, filho de Maria.

Sinais da ascendência judaica de Jesus aparecem pelos evangelhos. Ele foi circuncidado quando recém-nascido. De maneira significativa, uma cena da infância de Jesus mostra sua família assistindo a um festival obrigatório em Jerusalém, uma viagem de diversos dias de sua casa. Quando adulto, Jesus adorava na sinagoga e no templo, seguindo os costumes judaicos, e falava em termos que seus conterrâneos judeus pudessem entender. Mesmo suas controvérsias com outros judeus, tais como os fariseus, destacavam o fato de esperarem que ele partilhasse seus valores e agisse mais como eles próprios.”

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