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1 de nov. de 2010

“O povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e fará proezas."

“O povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e fará proezas." (Daniel 11 : 32) Quaminical – 6 de outubro de 2010 – Jesus reina !

Quando falamos sobre Cristo, sobre fé, parece que sempre é algo extremamente invisível e teórico. Quando um jovem lê, por exemplo, Harry Potter, Crepúsculo, o que ele encontra?
Quando uma criança lê Harry Potter ela vê prodígios, impetuosidade, vida, lutas, mágica, seres fantásticos, livros sagrados, monstros, poderes fantásticos e tudo aquilo para que fomos feitos.
E quando ele vai a Igreja ele vê ministério disso, coral daquilo, departamentos e muitas vezes um sermão frio e fraco.
Isto é um chamado para a reprovação da Igreja atual.
Deus não nos Deus apenas a maneira correta de pensar, Ele nos deu vida! E vida em abundância, plena e emocionante.
Satanás sabe que isto esta dentro de nós e nós clamamos por isso.
Quer ver o sobrenatural de verdade? Leia a Bíblia.

Êxodo 13:20 Deus mandava uma coluna de fogo para guiar o povo a noite.
Josué 10:12 – Josué mandou o Sol parar.
I reis 18 – ordens de Elias para que não chova e depois para que caia fogo do céu.
II Reis 2:11 – Elias sobe em um rodamoinho de fogo.
II reis 6:17 – carruagens e carros de fogo.
Isaias 6 – a visão de Isaias no templo.
Isaias 37:33 – um Anjo destrói 185.000 inimigos.
Ezequiel 37 – a visão do vale de ossos secos.
Daniel 10 – Um anjo vence uma batalha pela oração de Daniel.
Marcos 15:32- 33 – os demônios se aproximam para ver a morte de Jesus.
Marcos 5:12 – O medo da legião de demônios para com Jesus.
Marcos 6:48 – Jesus anda por sobre o mar.
Atos 16:25 – Paulo e Silas cantam louvores e abre-se um terremoto.
Apocalipse 20:11 – a visão do trono de Deus.

A visão teórica do poder de Deus não significa muito. Você tem de ver e buscar isso e entregar-se a Deus e a seu sobrenatural, não confundindo religião com a presença de Deus.

"Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai." (João 14 : 12)
Como a Lei Me Ajuda a Conhecer Meu Pecado? por John Piper

Comecemos olhando o contexto de Romanos 7.7-8
O argumento de Paulo é que a Lei não é pecado, mas expõe o pecado como pecado. Ao fazer isso, a Lei freqüentemente torna o pecado evidente e recebe a culpa por ele. Existe uma condição pecaminosa por trás de nossos pecados, uma condição sobre a qual precisamos ter conhecimento. Paulo usou o mandamento contra a cobiça para ilustrar como a Lei nos mostra nossa condição pecaminosa. “Cobiça” significa apenas desejos que você não deveria ter. Os nossos desejos são maus porque “brotam” da perda de satisfação em tudo o que Deus é para nós em Cristo. Os desejos são maus quando procedem da perda de contentamento em Deus.

Até que a Lei de Deus entre em cena e proíba alguns de nossos desejos (“Não cobiçarás”), nossos desejos não são experimentados como pecado, e sim como exigências que parecem ter sua própria legitimidade. Até que a Lei de Deus confronte esta “lei” sediciosa, não experimentamos nossos desejos como pecado (“sem lei, está morto o pecado” — 7.8).
“Eu quero isso. Portanto, eu devo ter isso.”
Esse tipo de pensamento é inato. “Desejo equivale a merecimento”, até que a Lei de Deus venha e diga: “Não”. Percebemos isto com clareza nas criancinhas, que acham muito doloroso aprenderem que seus desejos não são leis.
Isto nos mostra a fonte da condição pecaminosa: independência de Deus, rebelião contra Deus.
Em sua fonte, nossa condição pecaminosa é o comprometimento de sermos nosso próprio deus. Serei a autoridade final de minha vida. Decidirei o que é certo e o que é errado para mim, o que é bom ou mau para mim, o que é verdadeiro ou falso para mim. Meus desejos expressam minha soberania, minha autonomia e — embora normalmente não o digamos — minha suposta deidade.
Esta independência de Deus — esta rebelião e hipotética soberania, autonomia e deidade — produz todo tipo de cobiça. A expressão “toda sorte” dispõe-nos a pensar sobre quão diabolicamente a cobiça pode se expressar. Precisamos saber disso, pois, do contrário, não conheceremos o nosso próprio pecado ou a nós mesmos.



Estratégias para Lutar Contra a Lascívia ou outros desejos pelo mal

Quando uso a palavra “lascívia”, estou me referindo principalmente aos pensamentos, imaginações e desejos que visualizam as coisas proibidas por Deus e freqüentemente nos levam a conduta sexual errada.

Não estou dizendo que o sexo é mau. Deus o criou e o abençoou. Deus tornou o sexo agradável e definiu um lugar para ele, a fim de proteger sua beleza e poder — ou seja, o casamento entre um homem e uma mulher. Mas o sexo tornou-se corrompido pela queda do homem no pecado. Portanto, temos de exercer restrição e fazer guerra contra aquilo que pode nos destruir. Em seguida, apresentamos algumas estratégias para lutar contra desejos errados.

Evitar — evite, tanto quanto for possível e sensato, imagens e situações que despertam desejos impróprios. Eu disse “tanto quanto possível e sensato”, porque às vezes a exposição à tentação é inevitável. “Foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça” ( 2 Tm 2.22). “Nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências” (Rm 13.14).

Não — diga “não” a todo pensamento lascivo, no espaço de cinco segundos. E diga-o com a autoridade de Jesus Cristo. “Em nome de Jesus: Não!”. Você não tem mais do que cinco segundos. Se passar mais do que esse tempo sem opor-se a tal pensamento, ele se alojará em sua mente com tanta força, a ponto de se tornar quase irremovível. Se tiver coragem, diga-o em voz alta. Seja resoluto e hostil. Como disse John Owen: “Mate o pecado, se não ele matará você”. Ataque-o imediatamente, com severidade. “Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg 4.7).

Voltar — volte seus pensamentos forçosamente para Cristo, como uma satisfação superior. Dizer “não” será insuficiente. Você tem de mover-se da defesa para o ataque. Combata o fogo com fogo. Ataque as promessas do pecado com as promessas de Cristo. A Bíblia chama a lascívia de “concupiscências do engano” (Ef 4.22). Tais concupiscências mentem. Prometem mais do que podem oferecer. A Bíblia as chama de “paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância” (1 Pe 1.14). Somente os tolos cedem a elas. “Num instante a segue, como o boi que vai ao matadouro” (Pv 7.22). O engano é vencido pela verdade. A ignorância é derrotada pelo conhecimento. Temos de encher nossa mente com as promessas e os deleites de Jesus. E volvermo-nos imediatamente para tais promessas e deleites, depois de havermos dito “não”.

Por exemplo, nos primeiros cinco segundos da tentação, você já exigiu de sua mente que ela se fixasse, com firmeza, na forma de Jesus Cristo crucificado? Imagine isto: você acabou de ver uma moça com uma blusa transparente que o motivou a fantasiar. Você tem cinco segundos. “Não! Saia de minha mente. Ó Deus, ajuda-me!” Agora, exija de sua mente que ela fixe sua contemplação na cruz de Cristo — isto pode ser feito por intermédio do Espírito Santo.

Use todo o seu poder de imaginação para ver o lado ferido de nosso Senhor. Trinta e nove chicotadas deixaram pouca carne intacta. O corpo do Senhor se move para cima e para baixo, por causa de sua respiração, sobre a trave vertical da cruz. Cada respiração introduz lascas na carne lacerada. O Senhor ofega. Em alguns momentos, Ele geme, sob a dor insuportável. Ele tenta se mover na madeira, mas os cravos O impedem, travando os seus pulsos e atingindo os terminais dos nervos. Ele geme com grande agonia e procura mexer os pés, para trazer algum alívio a seus pulsos. Contudo, os ossos e nervos de seus pés traspassados se comprimem um contra o outro, com agonia, de modo que Ele geme novamente. Não há qualquer alívio. A garganta dEle está seca por gemer e sentir sede. Ele perde a respiração e pensa que está sufocado. E, de repente, seu corpo suspira por ar, e todas as feridas doem. Em intensa aflição, Ele se esquece da coroa de espinhos de seis centímetros e, em desespero, inclina para trás a cabeça, batendo um dos espinhos perpendiculares contra a trave da cruz, fazendo-o penetrar em sua cabeça. Sua voz ecoa um tom agudo de dor, e soluços irrompem de seu corpo, traspassado e dolorido, enquanto cada gemido traz mais e mais dores.
Agora, não estou mais pensando naquela blusa. Estou no Calvário. Estas duas imagens são incompatíveis. Se você usar o vigor de seu cérebro para buscar e se fixar em — com todo o poder de seu pensamento — imagens de Cristo crucificado, com a mesma energia criativa que usa nas fantasias sexuais, você aniquilará essas fantasias. Mas você tem de começar nos primeiros cinco segundos e não desistir.
Portanto, a minha pergunta é: você luta, em vez de apenas orar, esperar e tentar evitar? É imagem contra imagem. É um conflito mental, impiedoso e contínuo. Não basta apenas orar e esperar.

Muito sangue foi derramado para que você desperdice sua bíblia.

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