Total de visualizações de página

28 de set. de 2010

AMANDO A DEUS POR AQUILO QUE ELE É - QUAMINICAL – 8 DE SETEMBRO DE 2010

AMANDO A DEUS POR AQUILO QUE ELE É QUAMINICAL – 8 DE SETEMBRO DE 2010
por John Piper

Todos sabemos disso por intuito, bem como por meio das Escrituras. Sentimo-nos mais honrados pelo amor daqueles que nos servem por obrigação ou pelo deleite da comunhão? Minha esposa é mais honrada quando eu lhe digo: “Gastar tempo com você me torna feliz”. Minha felicidade é o eco da excelência dela. O mesmo é verdade em relação a Deus. Ele é mais glorificado quando nos satisfazemos mais nEle.
Nenhum de nós tem chegado à completa satisfação em Deus. Freqüentemente, sinto-me triste com o murmurar de meu coração sobre a perda de confortos mundanos, mas tenho provado que o Senhor é bom. Pela graça de Deus, conheço agora a fonte de gozo eterno; por isso, gosto muito de passar os dias atraindo as pessoas a este gozo, até que possam dizer comigo: “Uma coisa peço ao Senhor, e a buscarei: que eu possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor e meditar no seu templo” (Sl 27.4).

Uma das mais admiráveis verdades que descobri foi esta: Deus é mais glorificado em mim quando sou mais satisfeito nEle.

Afeta tudo o que eu faço.

Se eu como, bebo, prego, aconselho ou faço — em tudo isso, o meu alvo é glorificar a Deus pela maneira como o faço (1 Co 10.31). Isto significa que meu alvo é fazer tudo de modo que revele como a glória de Deus tem satisfeito os anelos de meu coração.
Se Cristo não fosse a satisfação de meu coração, será que as pessoas creriam, quando eu proclamasse a mensagem dEle: “Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede” (Jo 6.35)?

Tragicamente, muitos de nós fomos ensinados que o dever, e não o deleite, é a maneira de glorificarmos a Deus. Não aprendemos que o deleite em Deus é nosso dever! Satisfazer-se em Deus não é um acréscimo opcional ao verdadeiro dever cristão. É a exigência mais elementar de todas. “Agrada-te do Senhor” (Sl 37.4). Não é uma sugestão, é uma ordem, assim como o são: “Servi ao Senhor com alegria” (Sl 100.2) e: “Alegrai-vos sempre no Senhor” (Fp 4.4).

O amor de Deus “é melhor do que a vida” (Sl 63.3).
Se o amor de Deus é melhor do que a vida, é também melhor do que tudo o que a vida neste mundo oferece. Isto significa que a satisfação não está nos dons, e sim na glória de Deus — a glória do amor, do poder, da sabedoria, da santidade, da justiça, da bondade e da verdade de Deus.

Esta é a razão por que o salmista clamou: “Quem mais tenho eu no céu? Não há outro em quem eu me compraza na terra. Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre” (Sl 73.25-26). Nada na terra, nenhum dos dons de Deus, na criação — podia satisfazer o coração de Asafe. Somente Deus podia. Davi queria expressar isso quando disse ao Senhor: “Tu és o meu Senhor; outro bem não possuo, senão a ti somente” (Sl 16.2).

Davi e Asafe nos ensinam, por seu anelo centralizado em Deus, que os dons de Deus — como saúde, riqueza e prosperidade — não satisfazem. Somente Deus satisfaz. Seria presunção não agradecer a Deus pelos seus dons (“Não te esqueças de nem um só de seus benefícios” — Sl 103.2), mas seria uma atitude idólatra chamar de amor a Deus a alegria que obtemos de tais dons. Quando Davi disse ao Senhor: “Na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente” (Sl 16.11), ele estava afirmando que estar próximo de Deus é a única experiência todo-satisfatória do universo.

Não era pelos dons de Deus que Davi anelava como um amante profundamente apaixonado. “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo” (Sl 42.1-2). Davi queria experimentar uma revelação da glória e do poder de Deus: “Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água. Assim, eu te contemplo no santuário, para ver a tua força e a tua glória” (Sl 63.1-2). Somente Deus satisfará um coração como o de Davi, que era um homem segundo o coração de Deus. Fomos criados para sermos assim.

Isto é a essência do que significa amar a Deus — satisfazer-se nEle. NEle! Amar a Deus pode incluir obedecer a todos os seus mandamentos, pode incluir crer em toda a sua Palavra e agradecer-Lhe por todos os seus dons. Mas a essência de amar a Deus é desfrutar de tudo o que Ele é. Este desfrutar de Deus glorifica mais plenamente a dignidade dEle, em especial quando tudo ao redor de nossa alma está desmoronando.


FAÇA GUERRA! - Por John Piper
A única atitude possível contra um desejo fora de controle é uma declaração total de guerra. Eu ouço muitos cristãos murmurando sobre suas imperfeições, suas falhas, seus vícios e seus defeitos, e eu vejo tão pouca guerra. Murmurar, murmurar, murmurar: “Por que eu sou assim?”. Faça guerra! Se você quer saber como guerrear, recorra ao manual. Não fique apenas reclamando de seus fracassos, faça guerra! Ele diz… continuando a citar… Há algo sobre a guerra que aguça os sentidos, você ouve um estalo do galho, ou o barulho das folhas, e você está em modo de ataque. Alguém tosse e você está pronto para puxar o gatilho. Mesmo depois de dias de pouco ou nenhum sono, a guerra mantém-nos vigilantes. Existe uma tendência cruelmente violenta na verdadeira vida cristã.
Agora, perguntemos cuidadosamente: Violência contra quem ou o quê? Não contra outras pessoas, não contra outras pessoas, não contra outras pessoas. Não contra muçulmanos, nem hindus, nem budistas, nem ateus, nem secularistas, nem cristãos nominais, nem esposas ou maridos ou crianças ou chefes desagradáveis. Mas contra cada impulso em nossa alma de ser violento com outras pessoas. Violência, uma tendência cruel no cristianismo. Contra nosso próprio ego e tudo em nós que faria paz com o pecado e um acordo de tempo de paz em nossas mentes. Fazemos com que a guerra contra isso aconteça em nós. É uma violência contra toda a luxúria em nós mesmos. Todos os desejos escravizantes por comida, cafeína, açúcar, chocolate, álcool, pornografia, dinheiro, louvor de homens, aprovação de outros, poder, fama. É esse o nosso inimigo! É contra isso que devemos guerrear! É uma violência contra todo o racismo em nossas almas, toda lerda indiferença à injustiça em nossas almas, uma violência contra toda a indiferença à pobreza, uma indiferença para com o aborto em nossas almas.
Você sabia que na campanha de guerra de Romanos, Satanás não aparece até o capítulo 16? Nós tendemos a pensar na campanha de guerra espiritual como uma pequena coisa onde você encontra algum jeito de orar, ou algum jeito para impor as mãos, ou alguma maneira de fazer algo contra Satanás. Bem, isso é importante. Acredite, isso é importante. Efésios 6:12: “Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.”
Isso é importante! Mas, sabe de uma coisa? Não chega nem perto da importância disso porque a única base de operações que Satanás tem em sua vida está em sua carne e em seu pecado. Ninguém vai ao inferno por causa de Satanás. A única razão para irmos ao inferno é o pecado. Muito mais importante do que combater Satanás é lutar contra o pecado!
Esta guerra no verso 13 é muito mais importante do que tentar entender Satanás. Entenda isso: Meu maior inimigo não é Satanás, meu maior inimigo é John Piper, e ele é a única razão de eu ir para o inferno, não Satanás. Satanás, você não tem nem de longe esse tipo de poder! E por isso eu realmente me importo com nosso aprendizado sobre como lutar essa batalha. Cristianismo não é um acordo de paz com o mundo da forma que a religião o é. Como a maioria dos cristãos vive suas vidas diárias! Romanos 8:13: “Se, pelo Espírito,m ortifi ca rdes...”Há uma tendência cruel no cristianismo e não é contra ninguém além de nós mesmos. Na verdade, é contra nossa crueldade contra outras pessoas. Se você sentir que está sendo uma pessoa cruel contra os outros, uma pessoa áspera, uma pessoa crítica, você sabe qual o seu problema? Você não aprendeu a guerrear! Você não aprendeu a ser cruel! Você não aprendeu a ser violento contra a sua violência, contra a sua maldade, contra o seu espírito crítico. E você se queixa disso, você fala sobre isso, mas você guerreou constantemente contra isso?
O Anjo - por Billy Graham
Estávamos em Vandalia, Illinois, e eu tinha cerca de onze anos de idade. Papai, Donnie e eu estávamos todos dormindo numa cama num quarto minúsculo, e sendo mais jovem, eu estava no meio. Isto foi muito cedo de manhã, antes do amanhecer, quando papai me cutucou para me acordar. Ele estava segurando um travesseiro para cima perto do meu rosto, e quando ele se certificou de que eu estava totalmente acordado, ele começou a falar comigo em voz baixa. “Billy”, ele disse, “sabe aquele Anjo do qual papai fala a respeito?”.
Eu ouvi ele falar muitas vezes a respeito do Anjo que ficava atrás dele, então eu disse: “Sim, senhor”.
“Ele está aqui”, ele continuou, “ele me visitou esta noite e me falou de coisas acerca das próximas reuniões. Ele ainda está neste quarto, bem agora, e perguntei-lhe se poderia deixar você e Donnie vê-lO. O Anjo me disse: ‘Você pode acordar o seu filho, Billy’”.
Ele acenou sua cabeça em direção a um canto do quarto onde eu sabia que havia um sanitário e um espelho, mas aquele local estava agora sendo bloqueado de minha visão pelo travesseiro. Papai disse: “Ele está bem acima ali, próximo de onde está a bacia. Você gostaria de vê-lO? Novamente eu disse: “Sim, senhor”.
Da primeira vez que eu tinha ouvido falar a respeito do Anjo que veio e falou com ele e que ficava atrás dele, eu havia me perguntado como o anjo se parecia. Eu não sabia até que eu vi em nosso quarto aquela noite – eu pensava que fosse um ser transportado no ar com asas. Porém aquilo não foi daquela maneira.
Papai abaixou o travesseiro de modo que eu pudesse ver, e eu voltei a minha cabeça em direção ao canto do quarto. Lá estava um homem vestido de branco. Cada detalhe de sua face e vestimenta era visível para mim, e no meu olho da mente, eu posso ver aqueles detalhes tão claramente hoje como eu os vi então. Ele era um homem largo, pesando talvez 200 libras17 (muito mais largo que meu pai), seu cabelo era bem escuro e pendia por sobre os seus ombros, tocando o manto que ele vestia, porém ele não tinha barba. Sua complexão era agradável e suave, e a cor da sua pele era algo escuro, aproximadamente do tom de oliva. Mais tarde em minha vida, eu reconheci seus traços e cores como sendo característico do povo arminiano. Seus braços estavam cruzados em seu peito, e ele estava olhando diretamente para nós ali sobre a cama. Havia uma espécie de um olhar meigo em seus olhos que não posso descrever, e embora não tivesse dito nenhuma palavra para mim, eu percebi uma comunicação entre o Anjo e papai. Comecei a tremer. Papai pôs seu braço em volta de mim e disse: “Não tenha medo dele, filho. Ele tem sido enviado da Presença do Deus Todo-Poderoso”.
Com o braço de papai em volta de mim, eu continuei olhando diretamente para o Anjo, e após uns poucos minutos a forma de homem começou a se misturar para uma coluna de luz. A luz se tornou uma névoa da qual depois desapareceu do quarto. Em seu lugar pendia um arco-íris.
Quando Donnie se acordou pouco tempo depois, o arco-íris ainda estava visível no quarto, e juntos olhamos o raio de luz colorido à medida que ele pendia ali em nosso quarto por mais de duas horas.
Mais tarde, quando eu cresci, eu perguntei ao meu pai: “Porque o Anjo do Senhor me deixou vê-lO naquela noite?” Nunca esquecerei sua resposta. Ele disse: “Porque Deus chamou você para trabalhar comigo, filho, e Ele quis se manifestar a si mesmo a você”. E eu sei que daquela noite em Vandalia, não importa onde estivéssemos, eu nunca tinha que esperar ouvir papai dizer: “Ele está aqui”. Eu sempre podia dizer quando aquela presença estava próxima.
E hoje, eu creio que o mesmo Anjo do Senhor está acampado ao redor daqueles que temem Seu nome.

Nenhum comentário:

Postar um comentário