Total de visualizações de página

16 de jul. de 2010

Precisa-se de Profetas para o Dia do Juízo - HÁ VAGAS

“As coisas pelas quais você está vivendo por são dignas de Cristo morrer por?” Leonard Ravenhill
Quando Paulo se apresentou perante o rei Agripa, já estava com a cabeça prestes a rolar. Ciente de que já estavam bem perto os pés daqueles que o sepultariam, ele prega com maior fervor, a ponto de aquele rei imoral gaguejar: “Por pouco me persuades a me fazer cristão”. E também Festo, que era um dos convidados, esquece as regras da boa educação, e interrompe-o: “Estás louco, Paulo; as muitas letras te fazem delirar”. Ao que o apóstolo responde: “Não estou louco, ó excelentíssimo Festo”. (Acho que o tom de voz que ele empregou aqui dava a entender que os ouvintes é que estavam loucos.)
Mas diga-me: quando pregamos o evangelho hoje, alguém acha que estamos loucos? Pelo contrário, não podemos fazer pregações muito taxativas, não é mesmo? Afinal, temos que pensar em nossa reputação, nas multidões que vêm ouvir-nos, nas ofertas que temos de levantar, e nos tantos anos que já temos de ministério.
"Como você pode derrubar as fortalezas de Satanás, se você não tem nem a força para desligar a TV?" Leonard Ravenhill
                         "A minha maior ambição na vida é estar na lista dos mais procurados do Diabo." Leonard Ravenhill
"Algumas mulheres vão passar trinta minutos à uma hora se preparando externamente para a igreja (colocando maquiagem e roupas especiais, etc.). O que aconteceria se todos nós gastássemos a mesma quantidade de tempo nos preparando internamente para a igreja - com oração e meditação?" Leonard Ravenhill
Basta que João Batista chame os sacerdotes de “raça de víboras” e censure a conduta adúltera de Herodes, para assinar sua própria sentença de morte. Não há dúvida de que precisamos de profetas nestes dias de apostasia, em que os cultos e seitas divulgam suas crenças distorcidas e suas meias verdades.
"Será que o mundo está crucificado para você esta tarde? Ou será que ele o fascina?”  Leonard Ravenhill
                         Será que a terra ainda vai ter de suportar por muito tempo esse sistema bem organizado, mas paralisado, que se chama cristianismo? A mente da humanidade está doente, e seu coração fraco. Pelo esquema montado pelos homens, estamos no fim da linha. Já está tudo pronto para a maior detonação de todas as épocas, que esmigalhará a terra, com a destruição atômica. E o inferno se acha de boca escancarada para engolir os despojos que os iníquos modernistas ajuntaram quando venderam o sangue de Cristo por um prato de cozinhado vermelho (a chamada “Alta Crítica”).
Deus não pode mentir, as profecias de Joel 2 e Malaquias 3 se cumprirão: “De repente virá ao seu templo o Senhor”. Que maravilhoso consolo para nós! Num momento, a sequidão; no seguinte, a libertação. Dez minutos antes de João Batista chegar ninguém sabia que ele estava por ali. E o que aconteceu naquela época, irá acontecer também no futuro, tenho certeza. Deus terá o controle total dos ouvidos, coração e vontade de um homem. E alguns que, no momento, estão passando despercebidos, surgirão proclamando, no poder do Espírito, as verdades candentes que esta geração precisa escutar. Suas palavras serão ardentes como metal líquido. E Deus espera, com grande paciência.
Mas, quando ele se erguer, “quem pode suportar o dia da sua vinda?” E quando o Espírito operar, pessoas que agora estão entregues ao pecado, irão quebrantar-se e se arrepender. Hoje estamos vendo outras dez pragas — mais sinistras, eficazes e poderosas do que aquelas, pois afetam o mundo todo, e não se acham confinadas apenas ao Egito. E, no entanto essas dez pragas não lograram tocar o coração do homem moderno, mas o tornaram ainda mais ímpio.
Será que não haverá aí um Moisés contemporâneo nosso? Vamos permitir que esta geração pereça escravizada a um cativeiro moral, e continuar aqui sentados, de braços cruzados, sem fazer nada? Será que vamos continuar sendo apenas espectadores, que contemplam tudo como que hipnotizados, enquanto Lúcifer, que já está com milhões de almas acorrentadas em sua carruagem infernal, vai levando muitas outras pelo caminho largo, para as trevas eternas?
                         Precisamos redescobrir o segredo daqueles homens benditos de que fala a Palavra de Deus: “Os quais, por meio da fé, subjugaram reinos... fecharam bocas de leões”. Numa época como a nossa, de destruição iminente, este cristianismo sem vida, fraco, imobilizado, está precisando de homens cheios de Deus, de profetas movidos por ele. Precisa-se: profetas de Deus.

Parece que o mundo, sob a direção do diabo, deu uma nova injeção de força à carne. Um dos sinais dos últimos dias é que os homens seriam mais “amigos dos prazeres que amigos de Deus”. (Observemos que prazeres está no plural.) E onde é que se prepara essa iguaria do inferno? Nas destilarias do mundo. O argumento de que em alguns casos os governos das nações subsidiam essas indústrias para que mantenham alta a oferta de empregos é muito fraco. As destilarias são perfeitas “creches” onde se nutrem assassinos que andam por aí portando armas, ou em seus automóveis, dirigindo embriagados. Nos tribunais julga-se o fruto da bebida; o avivamento aniquilaria essa planta mortal pela raiz.
O louco carrossel da sensualidade acha-se carregado de milhões e milhões de jovens que aguardam sua iniciação na prática da iniqüidade. Quando o erro é apresentado como algo tão agradável, a juventude pecaminosa e libertina não se interessa em praticar o bem. Por uma hora dessa vida “maravilhosa”, dizem eles, vale muito a pena arriscar essa especulação que os teólogos chamam de “eternidade”.
Pensemos por um instante. Pode haver burrice maior ou prática mais animalesca do que um concurso de cerveja? O vencedor é aquele que ainda permanece de pé depois que todos os outros, grunhindo como porcos, já caíram no chão, inconscientes pela bebida. É uma competição praticada não apenas pelo homem das cavernas, mas também pelos novos intelectuais, que se acham fisicamente saciados, de alma manchada e irremediavelmente entregues à iniqüidade.
                       

                             Deus espera pelos novos  “João Batistas “

"Existe uma diferença entre mudar sua opinião, e mudar seu estilo de vida.” Leonard Ravenhill

Tentar fazer uma avaliação de João Batista pelos modernos padrões de espiritualidade seria o mesmo que tentar medir o sol com uma fita métrica. No Jordão, a multidão ansiosa indagou a respeito do recém-nascido:
— Que virá a ser, pois, este menino?
E a resposta foi:
— Ele será grande diante do Senhor.
Hoje em dia, a palavra “grande” se acha muito desgastada, pois confundimos proeminência comimportância. Naquela época, Deus não estava à procura de sacerdotes, nem de pregadores, mas de homens. E havia muitos homens, como hoje, mas eram todos “pequenos” demais. Ele precisava de um grande homem para uma grande missão.
João Batista possuía pelo menos um atributo que o qualificava para o sacerdócio, mas tinha todos os requisitos necessários para tornar-se um profeta. Antes de sua vinda, o povo vivera quatrocentos anos de trevas, sem um raio da luz profética; quatrocentos anos de silêncio, em que não se ouvira o brado: “Assim diz o Senhor”; quatrocentos anos de uma constante deterioração espiritual. E assim Israel, a nação escolhida por Deus, estava imersa em holocaustos, cerimônias e circuncisões, fazendo expiação com rios de sangue de animais, e tendo por mediador uma classe sacerdotal rica e saciada.
João era uma “Voz”. A maioria dos pregadores não passa de ecos, pois, se prestarmos bem atenção, saberemos dizer quais os livros que andaram lendo, e notaremos que citaram muito pouco do Livro. E hoje, só uma Voz, voz de um profeta enviado do céu para pregar aos pregadores, conseguiria despertar o coração dos homens. Só quem tem coração quebrantado é capaz de levar outros ao quebrantamento. Irmãos, nós temos equipamentos, mas não temos poder; temos ação, mas não unção; barulho, mas não avivamento.
         Irmãos, temos só uma missão: salvar almas, e, no entanto, elas estão perecendo. Pensemos nisso! Existem milhões, centenas de milhões, talvez milhares de milhões de almas eternas que precisam de Cristo. E sem a vida eterna elas irão perecer. Ah, que vergonha para nós, que horror, que tragédia! “Cristo não desejava que ninguém se perdesse”. Irmãos pregadores, hoje há milhões e milhões de pessoas seguindo para o fogo do inferno, porque nós perdemos o fogo do Espírito!
Hoje o pecado está recebendo uma fachada de embelezamento, está sendo popularizado, entrando por nossos ouvidos através dos rádios, pelos nossos olhos através da televisão e das capas de revistas. Os membros de igreja se acham saturados das pregações e cansados dos ensinos que ouvem, e estão saindo dos cultos da mesma forma como entram — sem visão e sem fervor algum. Ó Deus, envia para esta geração dez mil João Batistas para arrancar os curativos que os moralistas e políticos colocaram sobre o pecado das nações!
                         João Batista foi um homem diferente com uma mensagem diferente. Assim como o réu acusado de assassinato empalidece ao ouvir o juiz pronunciar a sentença: “Culpado!” assim também aquele povo ouviu João clamar: “Arrependei-vos!” E esse clamor ecoou nos recessos de sua mente, despertando lembranças, fazendo pesar a consciência e levando-os a buscar o batismo, dominados pelo terror. E após o Pentecostes, a pregação de Pedro, que acabara de receber o batismo de fogo do Espírito, abalou os ouvintes de tal modo que eles clamaram:         “Que faremos, irmãos?”
Imaginemos que alguém lhes respondesse: “Assine este cartão de membro! Passe a freqüentar esta igreja regularmente. Dê sempre os dízimos”.
Não! Mil vezes não!
O que precisamos nesta hora é corações fervorosos, olhos que choram e lábios dispostos a propagar o evangelho. Se tivéssemos um décimo da espiritualidade que julgamos ter, aos domingos as ruas de nossas cidades ficariam cheias de filas de crentes marchando para igreja...

Inspirado pela unção do Espírito, João dizia: “Arrependei-vos!” E eles se arrependeram. Mas arrepender não é simplesmente derramar algumas lágrimas no altar. Também não é ter remorso, nem emoção, nem passar por uma reforma pessoal. Arrepender-se é mudar de idéia com relação a Deus, ao pecado e ao inferno!

Nenhum comentário:

Postar um comentário